Os perigos da comunicação

Sabemos que a comunicação é algo intrínseco na vida, e pelo costume da vivência, costumamos não dar muita importância à maneira como falamos. Podemos citar diversas histórias que elevem o valor da comunicação, como empresários que obtiveram oportunidades de ouro com as palavras certas no momento certo, profissionais que descrevem fatos em uma forma mais acessível para todos... Mas e os exemplos ruins?

No cotidiano das empresas, a comunicação é constante com os clientes, seja pelos atendimentos no SAC ou os requisitos de um designer para um projeto. Precisamos enfatizar a importância dessa comunicação e o profissional precisa estar ciente de como ele deve agir em determinados momentos, por isso vamos discutir hoje sobre algumas situações e como se sair desses problemas.

Para começarmos o ideal é sempre a precaução. Você deve se lembrar que está se comunicando com pessoas, com pensamentos diferentes e influências diferentes e por tanto qualquer meio de comprovação que for viável deve ser usado como ferramenta da comunicação.

Escolha sempre as conversas escritas em lugares que possuem banco de dados que sirvam para sua consulta em outros momentos. Sabemos que nem sempre é possível, as vezes o cliente pede por telefone informalmente e você deve atender as solicitações, mas ainda assim descreva toda a situação em um email e encaminhe para o cliente atendido, desse modo você confirma o que entendeu por suas palavras e ainda possui uma comprovação fiel do que foi dito. Lembre-se de cobrar uma resposta.

Faça o mesmo em reuniões, a pauta e/ou o briefing que estará sendo escrito no momento da reunião precisa ser enviado para o cliente como confirmação de cada ponto que se foi discutido na reunião. O cérebro humano prega peças e você não será capaz de combater falsas memórias com diálogos, não é mesmo?

E quando um cliente optar por grosseria o profissional tem duas opções:

1 - Escutar o que o cliente tem a dizer e entregar a solução com calma;

2 - Escutar o que o cliente tem a dizer e entregar a solução com calma;

Não existe outro meio, e se o descontrole for alcançado, passe o atendimento para outra pessoa ou marque um outro horário em que as ideias possam estar frias. O Cliente não precisa de você, o livre mercado nos diz isso claramente, então segure a onda.

E nos casos de terríveis ofensas, passe para o seu superior ele saberá como agir.

Não esqueça de dizer o que acha e contar sua história ai embaixo.

Carlos Hallan - 04, Julho de 2016

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